Era uma noite pacata em meados de fevereiro. Ela refletia sobre coisas sucedidas em sua vida até aquele ponto. Nao era categoricamente como gostaria. Tinha feito planos, idealizado acoes,pensara que tudo estava em suas maos e que tudo se encaixara. Seria assim?
Sentada na areia daquela praia, em sua mente imagens de um passado proximo cheio de reminiscencias, repleto de promessas de amor inalteravel e futuro promissor. Fizera tudo por ele, abrira mao de projetos de vida remotos, nao dando ouvidos a palavras de outrem. Acreditava fielmente que conseguiria mudar o rumo das coisas, mas nao ocorreu.
Mas outro motivo a inquietava naquele instante. Nao se sentia inserida, tinha dificuldade de relacionar-se com os demais. Possuia um carater forte, marcante, certamente penoso de conviver. Pudera! Fora mandada embora de casa. Para onde seguir entao? O mundo desmoronava ao seu redor e ela ali, serena a olhar o oceano.
Sentia frio, mas por dentro incendiava. Milhoes de pensamentos inquietantes impingiam a comportamentos estranhos…Levantou-se e num gesto brusco jogou-se na agua. Era fresca, inerce e incitava a ir afora. Restou ali, conversando com a mae Iemanja. Abrindo seu coracao como para uma velha amiga, entregando sua vida em suas maos, com a mais pura sinceridade jamais dita, desabafando amarguras desse mundo que tanto a fez mal.
Horas se passaram, ali em contato com a natureza, sob a lua cheia numa praia deserta, entre solucos e choros clamou por piedade: “Oh mae, leva todos meus problemas embora junto com tuas ondas, faça o melhor para minha vida, me abençoa!”. Diante disto era leve, como se tivesse se libertado das algemas que a prendiam a toda discordia interior.
Incolumente voltou pra casa, decidida a mudar de rumo. O mar levou seus problemas, conseguentemente,sua paixao. Mas ora compreendia qual o real significado da sua busca, entendeu que devia satisfazer a si e nao ao proximo, trabalhar com aferro pela sua felicidade, tomando medidas compativeis a sua vontade e nao fundamentar toda uma vida por uma pessoa. O principe, meus caros, vira sapo, os projetos viram cinzas e o pra sempre, acaba.
Seja egocentrico, è o unico amor que nunca se esgota!
Sentada na areia daquela praia, em sua mente imagens de um passado proximo cheio de reminiscencias, repleto de promessas de amor inalteravel e futuro promissor. Fizera tudo por ele, abrira mao de projetos de vida remotos, nao dando ouvidos a palavras de outrem. Acreditava fielmente que conseguiria mudar o rumo das coisas, mas nao ocorreu.
Mas outro motivo a inquietava naquele instante. Nao se sentia inserida, tinha dificuldade de relacionar-se com os demais. Possuia um carater forte, marcante, certamente penoso de conviver. Pudera! Fora mandada embora de casa. Para onde seguir entao? O mundo desmoronava ao seu redor e ela ali, serena a olhar o oceano.
Sentia frio, mas por dentro incendiava. Milhoes de pensamentos inquietantes impingiam a comportamentos estranhos…Levantou-se e num gesto brusco jogou-se na agua. Era fresca, inerce e incitava a ir afora. Restou ali, conversando com a mae Iemanja. Abrindo seu coracao como para uma velha amiga, entregando sua vida em suas maos, com a mais pura sinceridade jamais dita, desabafando amarguras desse mundo que tanto a fez mal.
Horas se passaram, ali em contato com a natureza, sob a lua cheia numa praia deserta, entre solucos e choros clamou por piedade: “Oh mae, leva todos meus problemas embora junto com tuas ondas, faça o melhor para minha vida, me abençoa!”. Diante disto era leve, como se tivesse se libertado das algemas que a prendiam a toda discordia interior.
Incolumente voltou pra casa, decidida a mudar de rumo. O mar levou seus problemas, conseguentemente,sua paixao. Mas ora compreendia qual o real significado da sua busca, entendeu que devia satisfazer a si e nao ao proximo, trabalhar com aferro pela sua felicidade, tomando medidas compativeis a sua vontade e nao fundamentar toda uma vida por uma pessoa. O principe, meus caros, vira sapo, os projetos viram cinzas e o pra sempre, acaba.
Seja egocentrico, è o unico amor que nunca se esgota!